Experiência e Atuação
Onde atuamos, como atuamos e o que aprendemos no caminho. Experiências reais da Empatheia com pessoas, organizações e ecossistemas não como lista de cases, e sim como narrativa do que fazemos, com quem e que aprendizados levamos adiante.
Nossa atuação se organiza em quatro movimentos, que também orientam nosso portfólio de produtos e serviços:
- Me inspira — Conhecimento e cultura de inovação: workshops, palestras, conteúdos e experiências que despertam consciência e visão em líderes e equipes.
- Me conecta — Conexão qualificada: matchmaking, gestão de desafios de inovação, mapeamento de ecossistemas e programas que aproximam startups, empresas e investidores.
- Me transforma — Estratégia e execução: consultoria, modelagem de negócios, mentorias, aceleração e transformação digital para quem quer crescer com método.
- Me prospera — Expansão e impacto: programas de escala, preparação para investimento, parcerias estratégicas e inovação social sistêmica.
Em todos eles trabalhamos com leitura de cenário, articulação e governança — iluminando caminhos em vez de ocupar holofotes. Priorizamos vínculos antes de entregas e clareza estratégica antes de escala. Combinamos curadoria humanizada com a infraestrutura da plataforma Theia quando o contexto pede tecnologia a serviço das relações.
Nossa trajetória pode ser lida em quatro frentes complementares.
Trajetória em números
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2016
Origem
Nasce a inquietação: “ser a mesma pessoa no trabalho”. Cultura passa a ser vista como infraestrutura, não acessório.
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2016–2019
Modelagem
Consultoria, visão estrutural e primeira formulação: SaaS B2B para empatia e saúde mental no trabalho. Números sustentam valores.
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2019–2021
Economia criativa e território
Pós em Economia Criativa, design thinking, branding. Do consultor técnico ao orquestrador de transformação. Nasce o Accelera Hub.
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2021
No território
Accelera Hub: construção civil, imobiliário, cidades inteligentes. Aprendizado: proximidade não gera conexão — é preciso ativar o ecossistema.
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2022–2023
Governanças e redes
Vale do Pinhão, EloHabitar, pós em Ambientes Formadores de Inovação. Empatia vira leitura sistêmica e construção de pontes.
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2023–2025
Plataforma Theia
Ágora, Comunia e Kairós: descoberta, formalização e orquestração de parcerias. Governança digital a serviço da relação humana.
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Hoje
Infraestrutura para ecossistemas
Empatheia como infraestrutura de governança relacional. Organizar a cooperação — não só no nosso ecossistema, mas onde houver vontade de fazer dar certo.
A origem e o método
A Empatheia nasce em 2016 com uma inquietação simples e profunda: é possível gerar prosperidade sem romper vínculos? Desde o início, nossa atuação combinou modelagem estratégica, economia criativa e articulação humana.
Mais do que prestar serviços, desenvolvemos método: leitura de cenário, escuta ativa, construção de confiança e desenho de soluções que integram território, governança e tecnologia.
Aprendizado: ecossistemas são construídos com método.
No território
Nosso aprendizado ganhou corpo em ambientes reais de inovação, como o Accelera Hub e iniciativas setoriais ligadas à construção civil e cidades inteligentes.
Lá entendemos que proximidade física não gera conexão automática. Comunidade precisa de ativação, curadoria e governança. Nossa atuação passou a integrar facilitação estratégica, gestão de desafios e articulação entre empresas, startups e instituições.
Aprendizado: proximidade não é conexão — é preciso ativar.
Governanças e redes
Atuamos na articulação de governanças e redes colaborativas, apoiando ecossistemas como o Vale do Pinhão e clusters setoriais como o EloHabitar.
Nosso papel não é centralizar decisões, mas organizar a cooperação. Estruturamos processos, critérios e fluxos que reduzem ruído político e aumentam clareza estratégica — tornando a colaboração mais sustentável.
Aprendizado: governança sem critério vira política.
Infraestrutura digital e projetos estruturantes
A partir da experiência prática em territórios e governanças, estruturamos a Theia — plataforma de governança digital que organiza conexões, decisões e fluxos de colaboração.
Projetos como Ágora, Comunia e Kairós nascem dessa vivência: transformar relações dispersas em sistemas organizados, onde a tecnologia sustenta — e não substitui — o vínculo humano.
Aprendizado: tecnologia deve servir à relação.